Estrutura Geológica do Brasil

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A crosta terrestre é também chamada litosfera (profundidade de 70km nas partes mais espessas e 5 km nas menos espessas). Corresponde à camada mais rígida da Terra, sustentada por uma grande variedade de tipos de rochas de diferentes formações e idades. Para o homem, essa camada é extremamente importante, pois além de funcionar como piso do estrato geográfico é nela que se encontram os recursos minerais, grande parte dos recursos energéticos e os nutrientes minerais necessários para desencadear o ciclo de vida dos vegetais e, consequentemente, dos animais.

Estrutura Geológica ou Macroformas Estruturais

É o conjunto de diferentes rochas de um lugar e se divide em três tipos básicos:

  • Escudos Cristalinos ou Núcleos Cratônicos

São rochas magmáticas muito antigas, das eras Pré-Cambriana e Paleozóica (entre 900 milhões e 4,5 bilhões de anos – veja tabela geológica na figura que segue). Sofreram forte processo erosivo, apresentando-se desgastadas e com baixas altitudes (também são os mais estáveis do ponto de vista tectônico). Ex: Escudos das Guianas, Brasileiro, Canadense, Siberiano e o Guineriano.

  • Bacias Sedimentares

Com o passar das eras, os escudos cristalinos foram atacados por processos erosivos e, sendo assim, sedimentos foram transportados e acumulados em depressões existentes nas superfícies dos escudos (bacias). Temos bacias originárias das eras Paleozóica, Mezozóica e Cenozóica (situe tais eras na figura que segue).

Escala geológica do tempo. Clique na imagem para uma melhor visualização em outra aba/janela.

As bacias sedimentares recobrem parcialmente as áreas cratônicas ou de plataformas, ocupando 75% da superfície emersa da Terra, embora em volume as rochas sedimentares sejam bem menos representativas do que as ígneas e metamórficas.

Representação do cráton, escudo e plataforma coberta em recorte no território brasileiro. Fonte: ADAS, Melhem. Panorama geográfico do Brasil. São Paulo: Moderna, 2004, p. 331.

  • Faixas Orogênicas ou Dobramentos (veja figura que segue)

A crosta terrestre sofreu, ao longo da história da Terra, movimentos produzidos por forças internas (chamados orogenéticos), que deram origem a cadeias de montanhas. São áreas de complexidade rochosa e estrutural, geradas pelos dobramentos acompanhados de intrusões, vulcanismo, abalos sísmicos e falhamentos. Correspondem aos terrenos mais instáveis, nos quais prevalece forte atividade tectônica. As cadeias orogênicas encontram-se preferencialmente nas bordas dos continentes, nos limites com os oceanos Pacífico e Índico e no mar Mediterrâneo.

Fonte da figura: TERRA, Lygia; COELHO, Marcos Amorim. Geografia geral: o espaço natural e socioeconomico. São Paulo: Moderna, 2005, p. 176.

Os dobramentos são divididos em antigos e recentes. Os primeiros datam do Pré-Cambriano (serras do Mar e Mantiqueira no Brasil) e o segundo na Era Terciária e deram origem às mais altas cadeias de montanhas da terra – Himalaia, Alpes, Pireneus, Andes e Rochosas.

Processos Endógenos Ativos

Os fenômenos provocados pela força endógena ativa são extremamente interdependentes, e quando ocorre a menifestação de um deles todos os demais estão ocorrendo também. Ex: O processo de orogenia andina iniciou-se no Mesosoico e prolongou-se até o Cenozoico; durante este último ocorreu a epirogenia do continente sul-americano. Acompanhando esses movimentos ocorreram, por exemplo, falhamentos como os que geraram a escarpa da serra do Mar, a serra da Mantiqueira, o Graben (parte mais baixa – veja figura que segue) do médio vale do Paraíba, no Sudeste do Brasil, e o vulcanismo e as intrusões no litoral do Pacífico (região do cinturão do fogo).

Dos movimentos que deslocam e deformam as rochas, denominados de tectonismo. Além dos orogenéticos, já citados, que resultam na formação de montanhas, temos os movimentos epirogenéticos que ocorrem em áreas geologicamente mais estáveis e significam o soerguimento ou rebaixamento da crosta criando falhas (veja figura que segue) e provocando o fenômeno das transgressões e regressões marinhas.

Foto da falha de SanAndreas na Califórnia, EUA. Fonte das figuras: TERRA, Lygia; COELHO, Marcos Amorim. Geografia geral: o espaço natural e socioeconomico. São Paulo: Moderna, 2005, p. 175.

8 segundos de um Plano de falha tectônica em movimento.

Os processos de geração das cadeias orogênicas sempre ocorrem na superfície terrestre, à semelhança do que acontece com a formação de bacias sedimentares. As sucessivas movimentações das placas tectônicas, ciclos erosivos pelos quais a crosta terrestre passou ao longo de sua história, fizeram surgir e desaparecer bacias sedimentares e cadeias montanhosas e até mesmo mudar a configuração geográfica dos continentes e oceanos. No Brasil, há registros da existência de antigas bacias sedimentares pré-cambrianas, que encobriam parcialmente as áreas cratônicas, e de cadeias orogênicas antigas (Pré-Cambriano), como o cinturão orogênico do Atlântico – Planalto Atlântico), englobando a serra do Espinhaço, em Minas Gerais; o cinturão orogênico de Brasília (Goiás-Minas) e o cinturão orogênico Paraguai-Araguaia (Mato Grosso-Goiás). Nesses cinturões orogênicos, o relevo brasileiro é serrano, de grande complexidade litológica e estrutural.

Além da orogênese e epirogênese, o vulcanismo também é um movimento interno acontece nos limites das placas tectônicas (80% dos vulcões estão situados no círculo do fogo do Pacífico que vai desde a Cordilheira dos Andes até as Filipinas, passando pelas costas ocidentais da América do Norte e Japão), assim como os abalos sísmicos (terremotos e maremotos ou tsunamis) que também acontecem no encontro das placas e em limites de placas denominados transformantes ou tangenciais.

Atividade Vulcânica no Brasil

O Brasil não possui nenhum vulcão hoje. Mas isso não quer dizer que nunca tivemos nossas montanhas de fogo. Nosso vulcão mais antigo já descoberto soltava lava na Amazônia há 1,9 bilhão de anos (onde hoje é a Serra do Cachimbo no sudoeste do Estado do Pará, entre os rios Tapajós e Jamanxim). Bem antes disso, cerca de 150 milhões de anos atrás (período Jurássico da era Mesozoica), havia na América do Sul uma grande fissura que ia do estado de Mato Grosso até a Argentina na região em que atualmente corre o rio Paraná. Dessa enorme rachadura, escorreu uma quantidade de lava que se acumulou da cidade de Santos (SP) em direção sul até a Argentina, e a oeste até a cordilheira dos Andes, na maior atividade vulcânica do planeta na época. Outro exemplo curioso é o da cidade de Poços de Caldas (MG), que está situada na cratera de um vulcão extinto. A atividade vulcânica mais ativa no Brasil da era Mesozoica aconteceu em Poços de Caldas e Araxá (MG), São Sebastião (SP), Itatiaia e Cabo Frio (RJ) e Lajes (SC).

Foto de satélite do Morro de São João: de formação rochosa originada de atividade magmática e similar a uma cratera vulcânica (formada pela chamada erosão diferencial) próxima a Rio das Ostras (balneário a 170 km do Rio de Janeiro) no Estado do RJ. Significa que houve vulcão na região, mas o mesmo foi eliminado. O derramamento de magma que explica a formação rochosa das atuais regiões Sul e Sudeste do Brasil (exemplo da foto) foi abordado no parágrafo anterior. Fonte da figura: http://zeca.astronomos.com.br/sci/crateras.htm Fonte do texto: http://wikimapia.org/1838513/pt/Formação-Vulcânica-ou-Morro-São-João-729m

Essa intensa atividade vulcânica na era Mesozoica explica, por exemplo, as formações vulcânicas das ilhas de Fernando de Noronha (PE), Trindade e Martim Vaz (ES) e falésias basálticas na costa do Rio Grande do Sul. A desagregação pelo intemperismo da rocha basáltica resultante desse derramamento de lava formou o solo composto de terra roxa, o mais fértil do Brasil.

A Estrutura Geológica Brasileira

A estrutura geológica das terras emersas brasileiras é constituída por bacias sedimentares (64%) e escudos cristalinos ou crátons (36%), tectonicamente estáveis. Por se encontrar no meio da placa tectônica Sul-americana, o Brasil não possui dobramentos modernos. Os escudos cristalinos formaram-se na era Pré-Cambriana e no início da era Paleozóica; são, portanto, antigos e apresentam altitudes modestas. Embora as rochas que constituem os escudos ou cinturões orogênicos sejam muito antigas (datadas do Pré-Cambriano entre 2 e 4,5 bilhões de anos), suas bacias sedimentares são o resultado de deposição mais recente (era Mezozóica há 81 milhões de anos), com exceção da Amazônica sedimentada no Terciário e do Pantanal no quaternário. Na era Cenozóica (período Terciário, 8,5 milhões de anos) pela ação da epirogênese – movimentação tectônica com lento soerguimento e rebaixamento de grandes áreas da crosta -, o continente sul-americano sofreu soerguimentos desiguais em seu território permitindo que as bacias sedimentares brasileiras ficassem em níveis altimétricos elevados. Seu modelado de formas arredondadas (serras do Mar e da Mantiqueira) resulta do intemperismo e da erosão que se sucederam por diferentes tipos de climas em períodos da história geológica da terra. Para situar as eras citadas nesse parágrafo volte à figura anterior de escala geológica de tempo, 1ª figura desse post.

Províncias Estruturais Brasileiras (clique na imagem para melhor visualização em outra janela/aba). No interior dos escudos cristalinos brasileiros é possível distinguir núcleos estruturados no Arqueozóico, que não sofreram tectonismo orogênico desde o final dessa era, há cerca de 2,5 bilhões de anos. Os núcleos arqueozoicos, dominados por massas rochosas mais antigas, são chamados áreas cratônicas ou simplesmente crátons (estruturas geológicas bastante antigas, datadas da era/éon Pré-Cambriana, formadas por rochas magmáticas e metamórficas). No embasamento cristalino brasileiro, as províncias estruturais Guiana Meridional, Xingu e São Francisco são identificadas como crátons. Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 150, 151.

As principais províncias de minerais metálicos no Brasil (Quadrilátero Ferrífero, Carajás, Vale do Trombetas e Maciço do Urucum – veja post aqui) formaram-se nos crátons da era Pré-Cambriana e sua maior parte no período proterozoico que ocupa 4% do território (32% data do período arqueozoico). Mais de 90% das reservas petrolíferas datam das eras mesozoica e cenozoica e o carvão mineral da era paleozoica (período carbonífero).

As linhas em preto no mapa significam falhas que são suscetíveis a tremores de terra devido à diferenças de densidade entre rochas que fazem parte da mesma placa tectônica. No Brasil, apesar do território estar na parte centro-oriental da placa tectônica Sul-Americana e não estar sujeito a grandes terremotos, os tremores de terra de pequena magnitude (entre 3 e 5 graus na escala Richter) acontecem exatamente nessas falhas geológicas. Clique e veja reportagens de tremores acontecidos no Brasil em janeiro e outubro de 2010 (fonte das reportagens: portal G1).

A figura que segue auxilia na demonstração da convergência da Placa de Nazca com a Placa Sul-Americana (formação da Cordilheira dos Andes) e divergência entre as Placas Americana e Africana (explicação da separação de placas na deriva continental). O Brasil está situado na chave que indica a margem passiva, corroborando o que foi dito no parágrafo anterior quanto ao Brasil possuir certa estabilidade tectônica por estar na parte centro-oriental da Placa Sul-Americana.

Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 150.

Referências

ADAS, Melhem. Panorama geográfico do Brasil. São Paulo: Moderna, 2004.

ROSS, Jurandir Luciano Sanches. Fundamentos da geografia da natureza. In: ROSS, Jurandir Luciano Sanches (org).  Geografia do Brasil. 5.ed. São Paulo: Edusp, 2005.

TERRA, Lygia; COELHO, Marcos Amorim. Geografia geral: o espaço natural e socioeconomico. São Paulo: Moderna, 2005.

TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009.

88 Respostas to “Estrutura Geológica do Brasil”

  1. Rafaela Barreto Says:

    Acho que finalmente entendi essa matéria hahaha (: obrigada, me ajudou muito a estudar para prova. Beijos

  2. arthur todeschini Says:

    Muito legal, só queria saber qual é a estrtura mais antiga e o que se encontra nela em maior quantidade

    brigado
    abraços

    • Obrigado Arthur!
      A estrutura mais antiga é o escudo cristalino (crátons) composta por rochas ígneas ou magmáticas e metamórficas. A maior quantidade nessa estrutura cratônica é de rochas magmáticas.

  3. Adorei…me ajudaram muito na compreensão do assunto para o vestibular!

  4. posso considerar a chapada da borborema como um dobramento do periodo pré-cambriano??

    • Eu é que agradeço a visita Lee e a resposta a sua pergunta é sim. Dobramento do período proterozoico que está inserido na era pré-cambriana (veja fragmento abaixo).

      “Tal ciclo [o da região de dobramentos do Nordeste inclusive a Província da Borborema] foi composto por uma série de eventos tectono-orogenéticos [ciclos orogenéticos], desencadeados no final do Proterozóico Superior, resultando na formação de unidades litoestruturais de rochas magmáticas consolidadas na parte superior da crosta.” Fonte: http://www.obt.inpe.br/pgsere/Sousa%20Jr-M-A-1998/capitulo4.PDF

      Espero ter ajudado. Até a volta!

  5. Erika Oliveira Says:

    Oi, me tira uma duvida?
    Quais as principais caracteristicas da macroforma associada a região do Rio de Janeiro, sabendo que a região está situada numa faixa de dobramento.

    • Olá Erika!
      No litoral, a estrutura rochosa é composta por rochas ígneas decorrente do derramamento de lava acontecido na era mesozoica. Com a separação da Pangeia, a pressão interna modificou as condições de temperatura e pressão formando também rochas metamórficas. Ainda nesse litoral, a planície certifica a erosão da estrutura cristalina compondo uma bacia sedimentar costeira nas áreas mais baixas. Na região serrana há composição rochosa cristalina da era pré-cambriana do período proterozoico, com desgaste erosivo decorrente de movimento epirogenético causador do falhamento da Serra da Mantiqueira acontecido no final da era mesozoica que se estendeu pela era cenozoica.

      Espero ter ajudado.

  6. marsel abaão Says:

    eu estou fazendo um trabalho oral e acho que encontrei o que faltava obrigado.

  7. Vitor Gilcione Says:

    Marcos, eu estava lendo seu blog da biblioteca e gostei muito do conteudo, tudo muito bem escrito e argumentado agradeço você pelo grande trabalho que faz, você perde muito tempo nesse blog todos os dias pelos seus alunos admiro muito isso e tenho uma noção de como é dificil todos os dias olhar o blog, adicionar informações e responder alunos e mais uma vez obrigado você parece ser um grande professor tomara que nos encontremos no 3º ano.

    Abraços, Vitor (um pouco de redundancia não faz mal hehe).

    • Eu é que agradeço as palavras Vitor! Realmente dá muito trabalho, mas o prazer também é grande em ajudar e nos manter sempre informados dos últimos acontecimentos geográficos.
      Espero sim que nos vejamos no terceiro ano do Sigma/DF. Até lá!

  8. Vitor Gilcione Says:

    aluno da cris fui…

  9. Daniel Placido Says:

    O morro de São João no Estado do Rio de Janeiro não é um vulcão extinto.

  10. oi, do que depende a geometria de uma bacia sedimentar?

  11. Luciano Lima Says:

    Ótimos textos,da pra ter uma boa idéia do assunto à nível de vestibular.
    Muito bom trabalho,me amarrei!

  12. Caro Marcos Brandão, primeiramente gostaria de parabenliza-lo pelo site, gostei do link que fala sobre as moedas brasileiras. Porém, como sou estudante de geologia encontrei alguns erros neste link.

    Crosta terrestre e Litosfera não são a mesma coisa. A primeira se baseia numa classificação segundo aspectos químicos do planeta. A outra se baseia em aspectos reológicos das rochas (comportamento físico das rochas, estudados principalmente com base na velocidade de propagação de ondas sísmicas (terremotos).
    Por isso a Litosfera possui aproximadamente 60 km de espessura, compreendendo a crosta e parte do manto superior. A crosta mede aproximadamente 40 km quando é continental e aproximadamente 7 quando é oceânica.

    Proterozóico não é uma era geológica, mas um Eón, formado por três Eras Geológicas: Paleo-proterozoico, Mesoproterozoico e Neoproterozoico.
    A escala de Tempo Geológico é formada pelos seguintes Eóns: Fanerozóico, Proterozoico e Arqueano. Existe ainda o Hadeano, porém este último Eón ainda não aceitado por toda comunidade científica.
    Lembre-se, no tempo geológico a maior classificação é a de Eón. Eras portando formam um Eón. As eras estão subdivididas em Períodos. Os Períodos em Épocas. E as Épocas em Andares.

    Portnao, Pré-Cambrina também não é uma Era. É apenas um termo usado para se referir a tudo que veio antes do Cambriano, o primeiro periodo do Fanerozoico. Logo, Pré-Cambriano compreende o Eón Proterozóico, Arqueano e o Hadeano.

    O Cambriano é importante pois, antes deste período é extremanete raro achar fósseis.No período do Cambriano houve uma revolução na vida, pois os tivemos uma explosão de novas espécies e os seres vivos passaram a ser algo comum no planeta. Antes do Cambriano temos apenas alguns fósseis de vermes, encontrados apenas no deserto da Naníbia e no Município de Corumbá, MS. Exitem também icnofóssies de arqueobactérias,estes estes encontrados em várias regiôes do mundo. São comuns no Distrito de Bezerras, em Formosa-GO

    Espero que tenha entendido. Escala de tempo geológico é algo que costuma causar muita confusão. Ela pode ser encontrada neste link. http://www.stratigraphy.org/column.php?id=Chart/Time%20Scale

    • Caro Eduardo,
      De antemão obrigado pelo elogio sobre o blog e post sobre o histórico da questão monetária brasileira.
      Antes da abordagem que segue é pertinente ressaltar que os escritos deste blog são fundamentados em renomados teóricos da academia universitária, e, como se volta principalmente para o Ensino Médio, também são usados livros didáticos dos mais variados autores e editoras para o enriquecimento da teoria. Por isso, agradeço novamente pelo tempo disponibilizado e preocupação em nos escrever apontando possíveis erros.
      A parte conceitual a que você se refere deste post sobre Estrutura Geológica do Brasil segue a teoria de dois renomados autores e professores doutores que escreveram um dicionário sobre o assunto e que está na sua terceira edição:

      GUERRA, Antônio Teixeira; GUERRA, Antônio José Teixeira. Novo dicionário Geológico e Geomorfológico. 3.ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2003.

      O primeiro Guerra foi professor da UFRJ, UFF e UERJ e geógrafo do IBGE. Faleceu em 1968. O segundo Guerra é doutor pela Universidade de Londres e pós-doutor pela Universidade de Oxford. Hoje é professor da UFRJ, onde trabalha com essa temática desde 1986.
      Vamos ao que a obra de Guerra e Guerra (2003) aborda quanto ao conceito de crosta e litosfera:
      “Crosta da terra – Parte sólida do globo terrestre também chamada de litosfera (esfera de pedra). A sua espessura é calculada em cerca de 60 a 100 quilômetros (GUERRA; GUERRA, 2003, p. 173). Litosfera ou esfera de pedra – Parte sólida da crosta terrestre cuja espessura máxima, segundo Suess, é avaliada em 60 a 120 quilômetros […] O geomorfólogo tem, como campo de observação, a crosta superficial terrestre, isto é, a litosfera […] O estudo da litosfera é de importância tanto para a geologia como para a geomorfologia, devido, principalmente, aos seguintes fatos: […] 2 – A litosfera é a camada da crosta terrestre cujas formas topográficas dependem dos agentes geológicos exógenos e endógenos (GUERRA; GUERRA, 2003, p. 399, 400).”
      Com o que foi grafado anteriormente, nota-se claramente que a litosfera faz parte da crosta terrestre que é também chamada de litosfera.
      Quanto à discussão geológica sobre os éons, eras, períodos e épocas você tem uma parcela de razão, mas ainda citando Guerra e Guerra (2003, p. 227, 228) classificam em sua tabela e abordagem “Era Pré-Cambriana (arqueozoica + proterozoica)”. A parcela de razão está dentro da discussão (ou confusão como você definiu) teórico-acadêmica em que os autores-especialistas no assunto não chegam a um consenso, e mesmo não sendo geólogo, também não posso ser positivista a ponto de tratar os conceitos e seus possíveis encaixes, além da discussão sobre eles, como inertes.
      Parafraseando-o, espero que tenha entendido.
      Cordialmente,
      Prof. MSc. Marcos Brandão.

  13. Queria saber áreas estáveis na crosta terrestre , não consigo achar :s ou eu que não li direito . Enfim , e explicar as causas dessa instabilidade , queria saber isso , se puder (:

  14. Me desculpe, mas esses autores que o senhor citou também fizeram confusão. A explicação da diferença crosta e litosfera está presente nos seguintes livros (que são inclusive de renomados autores internacionais) e no site da do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas:

    http://www.sismo.iag.usp.br/sismologia/tectonica.php

    Igneous and Metamorphic Petrology, 2nd Edition. Myron G. Best

    Principles of Igneous and Metamorphic Petrology, 2/E John D. Winter, Whitman College

    Introduction to Physical Geology, 1997 Graham R. Thompson and Jonathan Turk

    W. M. White. Geochemistry 2007

    • Caro Eduardo,
      O link que você me enviou do laboratório de sismologia da USP não explica a diferença entre crosta e litosfera, e muito pelo contrário, afirma que “A Terra é constituída por uma fina crosta, um manto espesso e um núcleo.” Na quarta figura do seu link nota-se que a localização da crosta está no mesmo nível da litosfera, corroborando o que já te respondi (a litosfera faz parte da crosta).
      Na Academia as coisas não são tão simples assim quanto você escreve (“mas esses autores que o senhor citou também fizeram confusão”). Os autores que citei são das maiores autoridades teóricas no assunto com diversos livros publicados, e são também seguidos pela grande maioria dos autores que escrevem para as grandes editoras do Ensino Médio.
      Se pudesse te dar um conselho: diria que essa briga teórica não é sua, ainda (forme-se, titule-se e depois conteste teorias consagradas em um doutoramento – é assim que muitos autores crescem e fazem a ciência crescer).
      Essa briga também não é minha (não sou geólogo, e sim geógrafo). Apenas estamos fundamentados em grandes autores sobre esse assunto. Se estão certos ou errados? Sinceramente não me interessa, pois o que acho mais importante é a discussão processual.

      Cordialmente,
      Prof. MSc. Marcos Brandão.

  15. Eu não quero brigar com ninguem. Nem sou o doutor da razão. Apenas quis informar um erro. Eu realmente acho que esses autores fizeram confuzão. Estudo estes conceitos todos os dias.EU não digo isso por mim, mas por conta de professores e de autores de livro. O próprio glossário geológico do Instituto de Geociencias da UnB faz distinção entre litosfera e crosta:
    http://vsites.unb.br/ig/glossario/

    Mas não vou iriei mais insistir neste assunto.

    De resto Parabéns pelo blog e seu trabalho

  16. GOSTARIA QUE ME ENVIASSE UM EXERCÍCIO SOBRE ESTRUTURA GEOLOGICA DA TERRA

  17. Boa noite Marcos!

    Estava precisando da sua ajuda! Olha só, terias como fazer uma breve caracterização das três províncias geoestruturais brasileiras considerando: nome; localização geografica; idade aproximada de formação; as características geologicas e sua gênese?!
    Pois não estou com muita dificuldades de formular esta questão. Se poderes me ajudar ficarei eternamente agradecida!
    Abraços.

    • Jessica,
      Peço desculpas em não poder ajudar, pois a resposta na profundidade teórica que você quer é direcionada a um geólogo. Como geógrafo (mestre em urbano-regional), o material de geologia que disponibilizo é teoricamente superficial e para Ensino Médio.
      Talvez o que procura você encontre na clássica obra Geologia Geral dos autores Viktor Leinz e Sérgio Estanislau Do Amaral.
      Abraço,

  18. Caro Marcos Brandão,

    Primeiramente goataria de parabenizá-lo pelo site. Sou estudante de Engenharia civil e estou fazendo um trabalho sobre a Geologia do Brasil. Gostaria de um material que abrangesse tudo sobre a Geologia do Brasil. Tem sugestão de algum livro ou site?

    Desde já agradeço,

    Júnio

  19. PARABÉNS, SEU TRABALHO É DE GRANDE VALIA, SEMPRE TIRO MINHAS DUVIDAS POR AQUI, OBRIGADO

  20. você sabe qual a Estrutura Geológica do Rio de Janeiro (capital) ??

  21. nazare oliveira miranda Says:

    Eu queria ajuda para fazer um fichamneto de leitura, o assunto é os fundamnetos da geografia da natureza ..eu não sei como fazer se puderem me ajudar agradeço.

  22. JOSE GERALDO DE ALMEIDA Says:

    Caro Marcos,

    Parabens que grande homem és. Que profissional dedicado, que entrega!
    Quando a escola atual formará outros assim? (fala de professor regente E.Médio). O pensamento utilitarista é um grande mal para nossos jovens.
    Li o “embate” com o Eduardo a repeito da litosfera, e eras geológicas. Brilhante o conselho para que se situe com clareza entre a observação e o credenciamento e principalmente o caminho para criticas.
    Desejo-lhe saude e suceso e que por aqui esteja por longo tempo.

    • Obrigado, de verdade muito obrigado pelas palavras Jose Geraldo.
      Vejo a teoria em ciências humanas com parcimônia e a discussão como objeto de crescimento.
      Quanto aos jovens, a paciência é o melhor caminho para fazê-los chegar à maturidade científica.

  23. Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo site. Estou precisando da sua ajuda! Queria saber o conceito de escudos residuais e diferenciá-los dos escudos antigos ou cristalinos ou são a mesma coisa?

  24. Boa tarde, professor, é possível afirmar que um vulcão pode entrar em erupção por causa da ocorrênca de um terremotos em sua proximidade? Por que?

  25. pf Marcos, boa noite!
    Ficaria grato se me ajudasse
    Tenho uma duvida sobre os “matacões”.
    Estes tem a sua ontologia nos intemperismos fisicos ou quimicos?
    Tenho lido em algumas fontes, pouco confiáveis, que indicam as duas possibilidades sendo erosão fluvial intemperismo fisico e esfoliação esferoidal, químico. Todavia uma prova da consultec dizia o contrario sobre a esfoliação esferoidal.
    Outra duvida: Laterização e lixiviação, são considerados intemperismos?
    desde ja agradeço pela regular manutenção do blog.

    • Olá Sam,
      Desde já obrigado pelas palavras. Tento manter a regularidade nas respostas mesmo meu tempo sendo cada vez mais curto.
      Quanto à dúvida, os matacões estão ligados ao intemperismo químico (inclusive por esfoliação esferoidal) que é predominante para formar o arredondamento da rocha. Conforme Adas (2004, p. 374), “o intemperismo químico não é somente o agente de formação de matacões, ou ‘bolas de rochas compactas’, mas também do relevo arredondado, das meias- laranjas ou dos mares de morro das regiões tropicais úmidas, como ocorre em parcelas do território brasileiro” [grifos no original] (Morro do Pão de Açúcar no RJ é um exemplo).
      Um dos dicionários que uso é o Glossário Geológico da UnB que neste caso versa na mesma linha de Melhem Adas – http://vsites.unb.br/ig/glossario/verbete/matacao.htm

      Laterização é resultante da lixiviação que causa enriquecimento do solo em hidróxidos de ferro e alumínio. Portanto, lixiviação é um dos sinônimos de intemperismo químico, mas laterização não é intemperismo e sim a formação de laterita em climas semi-úmidos.

      Referência: ADAS, Melhem. Panorama geográfico do Brasil. 4.ed. São Paulo: Moderna, 2004.

  26. outra duvida: Em regiões com estrutura geologica antiga, como o brasil, pode ocorrer movimento orogenético ou apenas movimentos epirogenéticos ocorrem?

  27. Senti-me contemplado com o seu afinco para com as respostas. Muito obrigado pela vossa atenção dispensada às minhas dúvidas. ja me sinto à vontade para tornar o seu tempo ainda mais curto com os imbróglios que forem surgindo por aqui hehehehe.
    Saudações Marcos.

  28. Marcos veja essa questão:
    Segundo Magnoli, “o modelo de transição demografico exprime o intervalo entre dois padrões contrastantes de crescimento populacional”.
    Com base nessa afirmação e nos conhecimentos acerca do crescimento demografico mundial e brasileiro, pode-se afirmar:
    01) o primeiro padrao de crescimento populacional, tipico das sociedades pós segunda guerra mundial, apresenta baixas taxas de natalidade e mortalidade e baixo crescimento vegetativo.
    02 ) a transição demográfica no brasil se iniciou após a primeira revolução industrial, em virtude da melhoria das condições sanitárias, provocando um rapido crescimento vegetativo, resultante da redução da natalidade.
    03) a segunda fase da transição demografica ocorre, em geral, associada à urbanização, que propicia a queda da natalidade, levando a um processo de desaceleração demográfica
    04) o segundo padrao de crescimento demografico, tipico de sociedades pré-urbanas, apresenta altas taxas de natalidade e mortalidade e lento crescimento vegetativo
    05) a transição demog´rafica, no brasil, estará concluida quando todas as regioes do país atingirem uma taxa de crescimento vegetativo zero.

    Sinceramente não consegui entender porque a alternativa correta no gabarito é a terceira. Também nao achei nehuma das outras alternativas coerentes, mas estou me baseando no modelo de tompsom.

    Salve-me marcos. hehehe

    • Sam,
      O gabarito é o 03 porque a transição da população para o meio urbano é significância de melhores condições sanitárias que leva à queda da natalidade. Sobre as fases da transição demográfica, a primeira taxa a baixar é a de mortalidade, e com a baixa na natalidade haverá a desaceleração demográfica a que a questão se refere. No item, onde se lê ‘segunda fase’ mudaria para ‘terceira fase’, pois seria mais correto o contexto.

      Só não entendi o que o Modelo de Thompson – citado por você – tem a ver com isso.

  29. ok marcos, é por isso mesmo a minha duvida quanto segunda e não terceira fase. Eu acredito que na segunda fase teriamos a queda significante da mortalidade e que as taxas de natalidade continuariam altas e por consequencia teriamos um rapido crescimento vegetativo.
    Então é isso não é?
    E na forma como a alternativa se apresenta não gera erro?
    pode-se dizer então que isso ocorre logo na segunda fase de transição? -acredito que a dialética da sociedade é tão existente como a de todas as coisas e seres, mas tenho medo dessa rigidez da didática secundarista que divide os fenomenos e fatos para “facilitar” a compreensão.
    quanto a Thompson não seria esse o demógrafo estadunidense Warren Thompson? que no ano de 1929 observou as mudanças que tinham experimentado nos últimos duzentos anos as sociedades industrializadas com respeito às taxas de natalidade e de mortalidade e formulou a teoria da transição demográfica segundo a qual uma sociedade pré-industrial passa, demograficamente, por 4 estágios antes de derivar numa sociedade pósindustrial.
    Grato professor!

  30. ok marcos, é por isso mesmo a minha duvida quanto segunda e não terceira fase. Eu acredito que na segunda fase teriamos a queda significante da mortalidade e que as taxas de natalidade continuariam altas e por consequencia teriamos um rapido crescimento vegetativo.
    Então é isso não é?
    E na forma como a alternativa se apresenta não gera erro?
    pode-se dizer então que isso ocorre logo na segunda fase de transição? -acredito que a dialética da sociedade é tão existente como a de todas as coisas e seres, mas tenho medo dessa rigidez da didática secundarista que divide os fenomenos e fatos para “facilitar” a compreensão.
    quanto a Thompson não seria esse o demógrafo estadunidense Warren Thompson? que no ano de 1929 observou as mudanças que tinham experimentado nos últimos duzentos anos as sociedades industrializadas com respeito às taxas de natalidade e de mortalidade e formulou a teoria da transição demográfica segundo a qual uma sociedade pré-industrial passa, demograficamente, por 4 estágios antes de derivar numa sociedade pósindustrial.
    De toda forma acho que me expressei de maneira dúbia.
    Retificando: modelo teórico de transição demografia.
    O senhor deve ter feito a ligação com o outro thompson. Aquele do “modelo atõmico”.
    Desculpe-me pela falta de objetividade.
    Grato professor!

  31. Olá , parabéns pelo blog,
    Pergunta: Quais as maiores bacias de interior cratônico brasileiras?
    Obrigada desde já. Se possível me enviar tópicos em livros que eu possa estudar.

    • Regi,
      Em nenhuma das bacias sedimentares brasileiras o interior é cratônico. O cráton fica logo abaixo da bacia que também é chamado de embasamento cristalino.
      As maiores bacias são: Amazônica, Meio-Norte e Paranaica.

  32. Quais são as bacias que seu interios cratônico?Se soberem me mandem……Valeu!!!!!!!

  33. Em todo site que eu procurei, só explicava o fato de o Brasil ter terremotos fracos por que estava londe dos limites das placas e esse site aqui fala que é também por causa das falhas tectônicas.

  34. Como posso relacionar as províncias geológicas cristalinas com o desenvolvimento da regial ou local?

  35. Como eu poderia relacionar a exploração mineral e as consequências ambientais?

    • Lethícia,
      A exploração mineral retira suas riquezas do solo e do subsolo, portanto afeta no assoreamento dos rios, na retirada da cobertura vegetal e na contaminação direta dos solos por produtos usados pela mineração (no caso do garimpo, o mercúrio). Tudo isso compromete o ambiente como um todo, além da saúde do homem. Veja também matérias sobre os últimos vazamentos de petróleo nos oceanos.

  36. Obrigada por responder!! Tenho outra pergunta.
    Que outra explicação eu poderia ter para explicar o fato de no Brasil só ocorrerem terremotos fracos e moderados, sem a explicação do limite das placas?

  37. como posso explicar a importancia dos eventos sismicos e vulcanicos para a contribuição de formação da estrutura da terra

    • Principalmente a partir de eras geológicas anteriores (desde a Pré-Cambriana) quando esses eventos ajudaram a modelar a superfície terrestre (caso do tectonismo) e foram formando as placas e suas junções onde acontece o vulcanismo (o derramamento de lava formou muitas rochas ígneas da crosta que por sua vez formaram as metamórficas e com a erosão vieram as rochas sedimentares).

  38. Muito legal esse site!!!
    Eu gostaria de saber qual é localização da estrutura geológica???
    Eu acho que ate tem aqui mas é que eu estava com um pouco de pressa e nem olhei direito…

  39. ADOREI SEU BLOG PROFESSOR!!! ESTOU CURSANDO GEOGRAFIA E ME FORMO ANO QUE VEM. VOU FAZER GEOLOGIA. JÁ SOU PROFESSORA E PSICOPEDAGOGA E UMA APAIXONADA POR GEOGRAFIA. É MARAVILHOSO ENCONTRARMOS PESSOAS TÃO INTERESSADAS PELO ASSUNTO E TAMBÉM TÃO CAPAZES NO QUE FAZEM.
    FOI UM PRAZER LHE ENCONTRAR E GOSTARIA MUITO DE TER UM PROFESSOR IGUAL A VOCÊ
    MUITO ABRIGADA

    • Obrigado Daniele! Temos em comum a paixão pela geografia e é isso, associado ao incentivo recebido pelos nossos leitores que fazem a diferença neste blog.
      Espero uma feliz formatura e boa sorte com a geologia!

  40. Daniel Lucas Says:

    gostaria de parabenizar o autor do site pelo conteudo!São pouquissimos os sites na internet cm um conteudo tão claro e facil de compreender.
    estou me preparando para o enem e fico comparando uma aula com um site sobre o conteudo dado na aula,o seu foi o mais semelhante.

  41. kristianno Says:

    Caro Marcos Brandão, venho lhe pedir um favor se possivel de ser realizado. Estou cursando o curso de Eng. Minas etenho que apresentar um seminário no qual o tema é O mapa geologico do Brasil e suas principais provincias minerais. teria como vc esta me ajudando em me enviar algum material para conclusao deste trabalho. desde já agradeço pela sua atenção seu blog é de mt importancia para aqueles que realmente desejam estudar. parabens

    kristiannosabran@oi.com.br

  42. sergio braga Says:

    bom dia! sr.Marcos Brandao sou sergio de belem do para e me interessei pelo seu conhecimento especifico e queria saber de sua opiniao sobre a energia solar que a terra absorve atraves do seu nucleo e depois a expulsa em quantidades maiores do que recebeu originando os movimentos das placas tectonicas pela absorçao .essa teoria de um colega seu de sua area,muito intriga a logica ja que nesse ano o sol esta em seu maximo e a terra com excesso de terremotos ate em lugares improvaveis como nos E.U.A…..agradeço a paciencia..obrigado!

  43. Professor, parabéns pelo trabalho deste site. Já visitei muuitos sites de geografia, além de ler livros, enfim, e digo que este site está entre meus prediletos. Você facilita nosso estudo, pois trás informações de várias fontes. Obrigada! ps:Precisamos de mais professores como você.

  44. Quais são as estruturas geológicas predominantes na região Sudeste do Brasil?

  45. Obrigada por me responder, pois tenho uma apresentação amanhã. Seu site é muito interessante, parabéns!

  46. Gostaria de saber se há presença de dobramentos no Brasil, mesmo que sendo poucos.

  47. tenho a seguinte dúvida: os movimentos orogenicos deram origem aos dobramentos modernos; e os movimentos transformantes e epirogenicos, deram origem a quê?
    E todos eles geram atividade sísmica???
    obrigada desde jpa

  48. Oi Marcos, só passei para lhe dizer que adorei seu Site me ajudou muito a entender a matéria.
    Obrigada

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