Brasil: dimensões, situação geográfica, regionalização e sistema político

Este artigo atende aos fins de leitura e pesquisa e pertence ao blog GeoBau (http://marcosbau.com). Proibida a reprodução pelo Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610/98 de Direitos Autorais. PLÁGIO É CRIME. DENUNCIE.

O Brasil é um país de grandes dimensões. Localizado na América do Sul, o Brasil ocupa a porção centro-oriental do conti­nente. Apresenta uma extensa faixa de fronteiras terrestres (15.719 km), limitando-se com quase todos os países sul-americanos, com exceção do Chile e do Equador. Apre­senta também uma extensa orla marítima (7.367 km), banhada pelo oceano Atlântico (veja mapa que segue da faixa de fronteira do território brasileiro).

Zona de fronteira tem largura de 150km e foi regularizada pela Constituição de 1988. Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 89.

Além dos 150 km da fronteira terrestre, a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) – através da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM – assinada em 1982, ratificada em 1988 que virou lei nº 8.617 em 1993) – cobre a parte litorânea do Brasil em 200 milhas marítimas (1 milha = 1,85 km). Conforme artigos da CNUDM, “A zona econômica exclusiva é uma zona situada além do mar territorial e a este adjacente …” (CNUDM, art. 55) e “… não se estenderá além de 200 milhas marítimas das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial [o mar territorial mede 12 milhas a partir do litoral]”  (CNUDM, art. 57). Fonte desse parágrafo: Revista Brasileira de Geofísica, 1999.

Para melhor entendimento da imensidão territorial do Brasil, observe, no mapa abaixo, a grande distância que separa os pontos extremos do país, tanto na direção norte-sul como na direção leste-oeste. O ponto mais extremo ao norte (setentrional ou boreal) é o monte Caburaí (1.465m. onde fica a nascente do rio Ailã) no Estado de Roraima, ao sul (meridional ou austral) o Arroio Chuí, um pequeno curso d´água situado no Estado do Rio Grande do Sul, a leste (oriental) a Ponta Seixas no Estado da Paraíba e a oeste (ocidental) a Serra da Contamana (nascente do rio Moa) na fronteira do Acre com o Peru.

Fonte: GARCIA, Helio Carlos; GARAVELLO, Tito Marcio. Geografia do Brasil: dinâmica e contrastes. São Paulo: Scipione, 1992, p. 8.

Em seu território aparecem paisagens diversifi­cadas – como morros, superfícies planas, florestas e vegetação arbustiva -, as quais constituem um dos mais diferenciados patrimônios naturais do mundo. A diversidade cultural e de costumes (danças, comidas, músicas) também é notável.

O pico mais culminante do Brasil é o Pico da Neblina (mostrado na figura acima) situado na Serra do Imeri, Estado do Amazonas, com 2.993,78 metros (medidos pelo IBGE e Instituto Militar de Engenharia). Fonte da figura: AUGUSTO, Eduardo. Expedição ao Pico da Neblina. São Paulo: FTD, 1993 (download do livro aqui).

Além de contar com um parque industrial im­portante, o país alcança níveis bastante elevados de produtividade agrícola, sobretudo nas áreas rurais mais modernizadas.

Apesar dessas imensas riquezas naturais, cultu­rais e econômicas, a pobreza é uma das principais ca­racterísticas da realidade brasileira. A partir dos dados do Censo 2010, identificou no Brasil 16.267.197 de pessoas que vivem com renda per capita mensal de até R$ 70 (desse total, 4,8 milhões não têm nenhuma renda e o restante renda per capita de R$ 1 a R$ 70). Essa é a linha da extrema pobreza definida pelo governo federal, que embasa o programa Brasil sem Miséria (fonte: Blog do Planalto).

Analise o planisfério que segue, observe o Brasil no mundo e note que o território localiza-se a oeste do meridiano inicial ou de Greenwich, situando-se, portanto, inteiramente no hemisfério ocidental. Sendo cortado, ao norte, pela linha do Equador nos Estados do Amapá, Amazonas, Pará e Roraima.

Monumento Marco Zero do Equador na cidade de Macapá, capital do Amapá.

Nosso território apresenta 7% de suas terras no hemisfério norte, ou setentrional, e 93% no hemisfério sul, ou meridional. Ao sul, é cortado pelo trópico de Capricórnio, apresen­tando 92% do seu território na zona intertropical, isto é, entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio. Os 8% restantes estão na zona temperada do sul, entre o trópico de Capricórnio e o círculo polar Antártico.

Planisfério mostra que o Brasil é o 5º país em extensão territorial perdendo em ordem crescente para Rússia, Canadá, China e EUA. Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 86 (clique na imagem para visualizá-la em outra aba/janela).

Fusos Horários e Horário de Verão no Brasil

Até 24 de abril de 2008, o Brasil possuía 4 fusos horários, mas a partir da sanção da lei nº 11.662, pelo Presidente Lula, passou a ter 3 fusos (como mostrado na figura de mudanças no fuso horário brasileiro). O fuso oficial continua sendo o de Brasília (45º Oeste de Greenwich) com três horas a menos que o meridiano de Greenwich envolvendo os Estados do Sul, Sudeste, Goiás no Centro-Oeste e Pará, Amapá e Tocantins no Norte. Os outros Estados da Região Norte (Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia), assim como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no Centro-Oeste fazem parte do fuso que possui quatro horas a menos que Greenwich e uma hora a menos que Brasília (veja figura).

A matéria Fuso Horário foi abordada com mais detalhes em outra página – para ver clique aqui.

Entre outubro e fevereiro há a aplicação do horário de verão no país por decreto lei. Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, além do Distrito Federal adiantam seus relógios em uma hora.

Divisões Regionais

Depois de algumas divisões (a primeira em 1913 seguida por outras – veja aqui), atualmente, continua em vigor proposta em 1970 – a divisão em 5 macro regiões (veja mapa que segue). Apenas algumas alterações foram feitas. Em 1975, o estado da Guanabara foi transformado em município do Rio de Janeiro. Em 1977, Mato Grosso foi dividido, dando origem ao estado do Mato Grosso do Sul. A Constituição Federal de 1988 dividiu o estado de Goiás e criou o estado de Tocantins, que foi incluído na Região Norte. Com o fim dos territórios federais, Rondônia, Roraima e Amapá tornaram-se estados e Fernando de Noronha foi anexado ao estado de Pernambuco.

Para essa divisão do mapa acima, além da proximidade territorial, o IBGE priorizou os aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como “regiões naturais do Brasil”.

Há também uma outra forma de regionalização não-oficial criada pelo geógrafo Pedro Pinchas Geiger em 1967, na qual o Brasil é dividido em três complexos geoeconômicos (veja mapa que segue), chamados de Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. Essas regiões não se baseiam em fronteiras, mas sim nos aspectos histórico-econômicos.

Brasil: regiões geoeconômicas .Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 105.

Na época da formulação da proposta, o Centro-Sul despontava como núcleo dinâmico da economia brasileira, tanto na agricultura como na indústria e nos serviços urbanos. O complexo regional nordestino destacava-se pela disseminação da pobreza e pelas correntes migratórias que deixavam a região. A Amazônia, por sua vez, era uma região fracamente povoada que apenas começava a ser incorporada ao conjunto da economia nacional.

O Sistema Político de Governo

Por TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 91.

O Estado é uma forma de organização política.Compõe-se de um conjunto de normas e institui­ que, por meio de funcionários, controlam um território e nele exercem autoridade. Território se define como uma parcela do espaço construído e apropriado por uma formação social e geralmente dominado administrado por um Estado, que nele tem poder.

O Brasil atualmente é uma República federati­va presidencialista. A República, proclamada no Brasil em 1889, é uma forma de governo na qual representantes eleitos pelo povo governam por tempo determinado. O presidencialismo é um regime político chefiado por um presidente da república. O termo federativa indica que os estados ou províncias estão unidos numa federação ou governo central, mantêm relativa autonomia. O presidente da República é eleito por voto direto para um período quatro anos, podendo ser reeleito para mais quatro anos.

O poder no Estado brasileiro está estruturado em orgãos que atuam sempre dentro das leis e da Constituição: o Poder Executivo (administra e realiza políticas de Estado); o Poder Legislativo (elabora a leis e é constituído pelo Senado e pela Câmara dos deputados); e o Poder Judiciário (julga e soluciona conflitos e é exercido pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça).

A Constituição Federal é um conjunto de normas que rege um país, determinando direitos e garantias, limitando o poder e organizando o Estado. A Constituição Federal em vigor no Brasil data de 1988. Ela determina a autonomia dos estados e municípios brasileiros que são também regidos por constituições próprias, desde que não-conflitantes com os princípios da Constituição Federal e esta­dual, respectivamente.

O brasileiro vive hoje em uma democracia, regime político que se caracteriza pela garantia do direito de voto e da soberania popular e pela divisão dos poderes de execução e de decisão das políticas governamentais. Mas o país já passou por momentos de autoritarismo (supressão da democracia), como durante o Estado Novo (1937-1945) e o regime militar (1964-1985). Além disso, houve também o chamado voto censitário, em que pessoas com baixa renda não tinham direito ao voto. As mulheres só adquiriram o direito de votar em 1932, e os analfabetos, em 1985. Observe e analise o gráfico da figura que segue.

O gráfico mostra o envolvimento crescente dos cidadãos no processo eleitoral do Brasil (1946/2002), fato que em grande parte pode ser explicado pela obrigatoriedade do voto. Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 91.

No final do século XX cresceu o número de orga­nizações não-governamentais (ONGs), de conselhos estaduais e municipais, de orçamentos participa­tivos (participação dos cidadãos no planejamento da aplicação das verbas, nas prioridades e no seu controle), constituindo importantes formas de intera­ção entre o governo e a sociedade e da participação popular na vida política do país.

Apesar de o Brasil ser uma democracia, ainda existem empecilhos à efetiva participação de todos na vida política e à abertura de canais participativos. Muitos fatores podem dificultar o pleno exercício da cidadania. Entre eles, destacam-se as desigualdades econômicas, a falta de representação parlamentar de algumas minorias, a dificuldade de acesso da população mais pobre aos meios de comunicação, a exclusão de parte da população dos canais de par­ticipação e movimentos promovidos pela sociedade civil, entre outros.

Projetos Separatistas

Em dezembro de 2007, havia no Congresso brasileiro propostas para criação de sete estados e cinco territórios federais (veja mapa que segue). Considerando que o fatiamento implica a construção de novos prédios públicos, novas Assembleias Legislativas, Tribunais de Justiça, milhares de funcionários públicos e […] mais cadeiras no Congresso, não é difícil contabilizar os gastos. Para se ter uma ideia do volume de recursos despendido, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional, a União gastou R$ 1,1 bilhão somente com a redivisão territorial que deu origem ao Estado do Tocantins, desmembrado de Goiás, em 1988, após a Constituinte.

Brasil: os novos estados e territórios propostos. Fonte: TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009, p. 90.

Em maio de 2011, a Câmara aprovou plebiscitos para criação dos Estados do Tapajós e Carajás, conforme matéria do Uol – clique aqui para ler matéria na íntegra -, mas o resultado indicou que 66,59% escolheram “não” para a criação do estado de Carajás e 66,08% rejeitaram a criação do estado de Tapajós (veja matéria do G1 aqui).

No caso de Mato Grosso do Sul, desmembrado do Estado do Mato Grosso em 1979, os cofres da União tiveram de bancar outros R$ 800 milhões. Dentre as propostas atuais de redivisão territorial, uma das poucas que contêm estimativa de custo é a que trata da criação do Estado do Maranhão do Sul. Se aprovada, a nova unidade terá, por exemplo, 22 deputados estaduais, oito federais, três senadores e na nova unidade da Fede­ração seriam aplicados, pelo governo federal, cerca de R$ 500 milhões em despesas de instalação. […]” Jornal Hoje em Dia. Belo Horizonte, 4 abr. 2005 apud TERRA, ARAUJO, GUIMARÃES, 2009, p. 90.

Referências

GARCIA, Helio Carlos; GARAVELLO, Tito Marcio. Geografia do Brasil: dinâmica e contrastes. São Paulo: Scipione, 1992.

TERRA, Lygia; ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges. Conexões: estudos de geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009.

Exercite seus conhecimentos no mapa mudo do Brasil. Clique aqui para visualizar o mapa mudo

59 Respostas to “Brasil: dimensões, situação geográfica, regionalização e sistema político”

  1. Valeu Bau! Muito bom, já me ajudou a entender bastante inclusive a me interessar mais por geografia que é a matéria mais tensa pra mim. Obrigado mesmo.

  2. Mateus Kavamoto Says:

    Valeu professor. Esse ano com você e o Paulo Macedo dando aula, vai ser mais prazeiroso o aprendizado, além de ser bem mais fácil. Obrigado.

  3. Gustavo Correia Says:

    muito boom! Entendi perfeitamente! Valeu professor
    o blog está perfeito

  4. Professor, se um estado for criado, assim como o Tocantins foi, ele tem algum prazo pra quitar essa dívida, de no caso 1,1 bilhão de reais? Ele tem de quitá-la ou isso é bancado pela União?
    O texto está ótimo, parabéns!

    • Obrigado Monique!
      A criação de um estado é bancada pela União que em até 8 anos dessa criação paga também 50% das despesas administrativas. Passado esse tempo, o estado assume 100% das suas despesas conforme o Título IX, art. 235 da Constituição Federal de 1988.

  5. muito obrigada, professor!
    Você deve ser o melhor professor de geografia que já tive – tanto pelo comprometimento com o seu trabalho, como pela sua forma de ensinar; e esse site é a prova disso!

    Ainda assim estou com medo dessa prova da semana que vem… o conteúdo é muito pequeno (então, provavelmente, muitos detalhes serão cobrados) e não vejo a hora de ver como esse assunto foi complicado na prova! Afinal, ele envolve coisas muito básicas, mas como é uma prova do 3º ano, eu realmente não sei o que esperar!

  6. Obrigada mesmo pelo apoio, Professor =)
    Se nós tivéssemos professores tão interessados em nos ajudar, estudar no Sigma não seria um bicho de sete cabeças como muitos acham…
    No Sigma mesmo um professor já deu a entender que eu não tinha capacidade de ganhar uma bolsa de estudos, e eu nunca fui uma má aluna!
    Eu te agradeço muito por essa democratização do conhecimento, pois nem todos os alunos têm tempo de ficar todas as tardes nos plantões da escola (no meu caso, estudar na escola não dá certo) ou mesmo coragem de fazer perguntas sérias e tirar todas as dúvidas com os professores (o que também é o meu caso), porque as habilidades sociais são nulas @_@’

    Sério mesmo, eu sou sua fã!
    Dispor todo esse tempo que você gasta aqui pra nos ajudar… isso é simplesmente incrível!=D

    eu já disse várias vezes que nunca iria voltar ao Sigma depois de passar no vestibular (pra ficar se esnobando pros alunos mortos de inveja do 3º ano?Tenho mais o que fazer -.-‘), porque o Sigma é até uma experiência traumática lol (obviamente eu tô exagerando, mas é verdade que eu vivo dizendo que não vou passar nem perto daquela quadra…), mas voltar pra agradecer alguém como você… ou levar um chopp, valeria a pena!:)

    • Ana,
      Com toda a sinceridade e depois de tanto tempo nessa profissão, palavras como as suas ainda emocionam qualquer professor – felizes lágrimas enchem meus olhos. Ah! Se a maior parte dos nossos alunos pensasse como você, seria perfeito o mundo escolar! É por alunas(os) como você que gastamos todo esse tempo aqui e pela democratização do conhecimento que passamos essa informação para quem não tem condição de comprar um livro didático tão caro (muitas vezes estes só possuem em laboratório na escola pública o acesso à internet – esse é o meu papel social e parte de um projeto maior que tenho para alcançar o sonho de igualar oportunidades no vestibular e mercado de trabalho – quem sabe um dia seus colegas do ensino público não terão a mesma qualidade que você tem no ensino particular e assim realizo um dos meus sonhos!?).
      Quanto ao Sigma/DF, é uma escola de excelência e me sinto muito bem em fazer parte do corpo docente. Como toda escola desse porte tradicionalmente campeã em aprovação no PAS/vestibular UnB há alguns anos, a cobrança é normal para tais objetivos.
      O que faço é tentar ao máximo amenizar o que você chama de “experiência traumática” para que meus alunos adquiram a teoria associada à maturidade vivida no tempo do nosso curso e na vida.
      Desde antes do chope, agradeço-lhe de coração e saiba que estou para ajudar no que der e vier.

  7. Professor, por que o país está interessado e gasta tanto dinheiro para a separação de estados?

    (O site é ótimo mesmo e é muito bom ter essa oportunida de perguntas e respostas enquando você estuda e fica com dúvidas)

    Obrigada.

    • Natália,
      Não é o país que está interessado na separação, e sim alguns grupos que tem na política suporte para propor projetos no Congresso.
      Com a separação e criação da infra-estrutura política para funcionamento é um ônus para a União que só se torna viável para o Estado se as duas partes tiverem sustentabilidade. Por isso que um projeto desses é difícil e muito burocrático de passar no Congresso.

      Eu é que agradeço pelas palavras, pois a ideia é exatamente essa de tirar dúvidas enquanto você estuda em casa – e ainda nos tornamos pioneiros em ser personal teacher 🙂

  8. caramba bau…post super completo!!!
    falei q ia passar uns 15 minutos no blog e passei a tarde.tem um monte d coisas bacana p ler.valeu cara

  9. Professor não sei nem o que dizer… você é como um Deus da geografia muito bom o blog valeu mesmo!!

  10. Professor, seu blog é realmente SENSACIONAL! Está me ajudando muito! Mais do que completo! É essencial nos meu estudos. Obrigada !

  11. Valeu Bau! Muito bom, já me ajudou a entender bastante inclusive a me interessar mais por geografia. Obrigado mesmo.

  12. Martha Suelly Says:

    As imagen estão ótimas e me ajudaram muito.

  13. Ola, professor Brandão gostaria de saber qual foi o objetivo de Pedro Geiger ao propor a regionalização através dos complexos regionais.
    o objetivo, e qual a questão politica que ele utilizou.
    esta muito bom parabéns!!!

    • Obrigado pelas palavras Paula!
      Quanto ao seu questionamento.
      Devido ao crescimento econômico, a divisão feita na década de 1960 obedeceu a essa lógica geoeconômica: NE – área de início de ocupação, mas afetada desde séculos anteriores por muitas perdas (econômica, demográfica, política); Amazônia – Fronteira do capital ou região que ainda existia muito a se explorar e povoar; Centro-Sul – centro político e de comando pela capital Brasília (essa é a questão política), além da maior acumulação de capital pela produção agropecuária e principalmente industrial.

  14. mais prof o objetivo foi só a questão: De identificar as regiões brasileiras utilizando um classificação diferente.

  15. objetivo foi só De identificar as regiões brasileiras utilizando um classificação diferente?

  16. prof. estou precisando de ajuda de novo.
    eu gostaria de saber quais os problemas naturais, os aspectos sociais e económico, características naturais da sub região meio norte.
    pois não vi nada sobre o assunto na web

    • Paula,
      Todos esses aspectos não cabem em uma resposta, pois significam um texto sobre o assunto. Posso te indicar procurar informação sobre a zona dos cocais e Estado do Maranhão (metade leste do território maranhense envolve a totalidade da sub região intitulada meio norte nordestino).

  17. mesmos os aspectos sociais?

    • ops. errei alem do aspectos sociais quais os problemas ambientais?:D

      • A mata dos cocais originalmente era um ecótono (zona de transição) entre a caatinga e a amazônia. Sua vegetação original foi devastada por uma segunda natureza desenvolvida por espécies homogêneas como: babaçu, carnaúba e alguns buritis.

  18. Ana Ferratto Says:

    Esse site é muito interessante e rico de informações. Só não vi onde fica o ponto geodésico do Brasil, acho que é Mato Grosso. Seria legal ver informações desse tipo aqui. Abraços!

  19. silvinea schneider Says:

    Oi!!! Sobrinho querido, da uma ajudinha para tua tia aqui do sul.
    Estou na area de geografia e preciso material. Bjs

  20. grande marcao mt prazer em conhecer vc.sou de angola de naturalidade,e sou portugues de nacio….sabe amigo o pais que mais me fascina é o brasil,cujo seu verdadeiro potencial a nivel de somente agricultura,dava pra por pelo menos 25 porcento da populaçao tranquilo..eu tenho algo em mente mas gostaria de poder te enviar minhas ideias pra um futuro progresso de muita gente.me adiciona no teu mail e por favor se faz lembrar quem é…vai ser aprovado por ti o futuro plano,dará sucesso pro planeta..sou conhecido por paulo jorge..mai..costa.amarelas2hotmail.com…..abraço

  21. quais são as principais sete linhas do planisferio?

    • De latitude os Trópicos de Câncer e Capricórnio, os Círculos Polares Ártico e Antártico e o Equador. De Longitude o Meridiano de Greenwich e o anti-meridiano também chamado de Linha Internacional de Data (LID).

  22. Muito Bom o site !! Mas eu gostaria de saber quais são os 4 estados que durante o ano de 1800 ainda não eram incluso ao Brasil .. Teria como você me explicar quais são e como eles foram inclusos ? Desde já ..Obrigado 🙂

  23. Olá Marcos,estou impressionada,você é ótimo,se existissem mais pessoas como você,com certeza nossa realidade seria diferente..
    Adoro geografia,mas tenho professores muito arrogantes.. :\

    • Obrigado pelas palavras Bruna! Sinto quanto à arrogância de meus colegas, seus professores, pois isso em nada combina com nossa profissão que é sinônimo de ajuda da forma mais simples e acessível ao aluno.
      Navega a vontade por aqui!

  24. Parabéns pelo site professor, muito bom

  25. Adorei… Sou professora também de Geografia e gosto muito de ler e estar sempre em dia com assuntos atuais…

  26. vc devia esgreve coisas mais cutas cara vc e um cara que so sabe fazer jornal

    • Desculpe Rebeca. Ando estudando cada dia mais para “esgreve” coisas mais “cutas”. Quem sabe um dia consiga ser culto a ponto de escrever algo com maior profundidade do que jornal para te agradar.

  27. professor eu acho que vc deveria falar sobre a regionalização da amazonia. AMAZONIA CLASSICA, LEGAL, GEO-ECONOMICA E PAN-AMAZONIA, seria de grande ajuda se em seus assuntos estiverem apresentados baterias de questões.

  28. Eu n entendi qual estado brasileiro foi dividido em dois com a constituição de 1988. e oque resultou da divisão. vc pode me exeplicar????

    • Yara,
      No tópico ‘projetos separatistas’ está a resposta quando afirma que “a União gastou R$ 1,1 bilhão somente com a redivisão territorial que deu origem ao Estado do Tocantins, desmembrado de Goiás, em 1988, após a Constituinte.”

  29. Parabéns pelo blog.
    Muito útil e bastante didático.
    Permita-me, no entanto, fazer uma pequena mas importante correção: a foto postada acima não é do pico da Neblina, mas sim da serra do Padre, que fica a 30km à sudoeste do teto do Brasil (a 9 Km da aldeia Maturacá, dos índios ianomanis).
    Em 1988, fizemos uma expedição ao pico da Neblina, tendo alcançado seu topo no dia 28/12/88.
    Publiquei um livro pela FTD que traz várias fotos do nosso gigante. Caso se interesse, pode fazer o download gratuito do livro no link abaixo:
    http://pt.scribd.com/doc/31140920/Expedicao-ao-Pico-da-Neblina-Eduardo-Augusto
    Mais uma vez, aceite meus parabéns pelo site.
    Um grande abraço.
    EA

    • Muito obrigado pelo comentário e correção Eduardo! Muitos dos leitores aqui fazem esse papel importantíssimo de colaboradores do blog. Isso nos mantém sempre informados das nossas falhas que prontamente corrigimos.
      A figura foi substituída e devidamente referenciada com o link para download do seu livro.
      Eu é que agradeço a colaboração!
      Abraço,

  30. henrique Corral Says:

    Muito Obrigado!! você me salvou de um trabalho na informatica estava doente e sem dupla e você me salvou muito obrigado!

  31. BAU SEU SITE É TUDO DE BOM. AJUDOU BASTANTE PARA ESTUDAR COM MEU FILHO P/PROVA DA I UNID. MUITO AGRADECIDA.
    BEIJOS JOSINHA!

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